Consequências da Reforma da Administração Pública
Francisco Pimentel


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Almedina



2009



606 páginas



€ 35,00





CONTEÚDO

Na sequência da publicação da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, sobre vínculos, carreiras e remunerações, e, mais tarde, da Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro, sobre o regime do contrato de trabalho em funções públicas, passou-se a distinguir no seio da nossa Administração Pública, com base no tipo de vínculo constitutivo da respectiva relação jurídica de emprego público, entre trabalhadores que exercem funções públicas nomeados e contratados.

Ora, na medida em que esta distinção se traduziu na existência de dois regimes jurídicos de férias, faltas e licenças, bem como de organização do horário e duração de trabalho, distintos para cada um dos referidos grupos de trabalhadores, nomeados e contratados, com esta obra procurou-se essencialmente explicitar cada um daqueles regimes e facultar informação clara e acessível a todos os trabalhadores que exercem funções públicas sobre quais os direitos, períodos, procedimentos e efeitos caractrizadores de cada um dos institutos que integram o seu "Regime Jurídico de Férias, Faltas e Licenças".


INDÍCE


Prefácio

Nota prévia

Capítulo I
Algumas considerações introdutórias. A relação jurídica de emprego público na Administração Pública

Capítulo II
Âmbito de aplicação subjectivo e objectivo do regime jurídico de férias, faltas e licenças da Função Pública

Capítulo III
Situações de ausência legítima ao serviço. As férias

Capítulo IV
As situações de ausência legítima ao serviço. As faltas justificadas.

Capítulo V
Situações de ausência ilegítima ao serviço. As faltas injustificadas

Capítulo VI
Situações de ausência legítima ao serviço. As licenças

Capítulo VII
Antiguidade. Conceitos. Listas de antiguidade